Caiado, em Catalão: "Eles (base aliada/governo) virão com força"

Mais poderoso “exército” eleitoral de Goiás, base aliada estadual parece inerte

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Os adversários reconhecem a extraordinária força da base aliada estadual, que vence seguidamente as eleições em Goiás desde 1998. O próprio senador Ronaldo Caiado, que integrou a base até 2014, sabe disso, e alertou lideranças que o acompanham na candidatura ao governo durante evento em Catalão. “Eles (a base aliada, governo) virão com força. Coloquem o nome de Caiado no peito para que a gente possa mudar Goiás”, disse aos presentes durante discurso carregado de emoção.

Caiado, em Catalão: "Eles (base aliada/governo) virão com força"

Caiado, em Catalão: “Eles (base aliada/governo) virão com força”

Líder com enorme vantagem em todas as pesquisas realizadas até aqui, o democrata sabe exatamente do que está falando. O exército eleitoral da base aliada é realmente o mais poderoso, numeroso e experiente grupo militante. E Caiado sabe que esse exército ainda não entrou na luta.

Em comparação com períodos assemelhados de eleições passadas, a base aliada parece inerte este ano. Não se percebe um movimento de agitação interno. É como se o clima da eleição ainda não tivesse batido. A dúvida pertinente é saber a razão disso. Por que, mesmo estando atrás nas pesquisas, a base aliada não entrou de corpo e alma na campanha para construir mais uma vez uma virada? Excesso de confiança ou desânimo diante dos adversários?

Por enquanto, "exército" fora de batalha

Por enquanto, “exército” fora de batalha

Ninguém sabe dizer ao certo. Para alguns dirigentes, ainda não é hora de batalhar pelos votos. Outros procuram desconhecer o assunto, e sentem uma base coesa e bem disposta. É fácil, porém, identificar claramente que algo não vai bem. A base só se movimenta com a presença do candidato, o governador José Eliton, durante algum evento. Passado o momento, retorna a calmaria geral. Enquanto isso, os candidatos oposicionistas, como Daniel Vilela, do MDB, e Ronaldo Caiado, do DEM, aceleram suas (pré)campanhas cada vez com maior intensidade. Aliás, exatamente a fórmula usada pela base nas eleições anteriores.

Ronaldo Caiado sabe que a base, em algum momento, irá finalmente para a “guerra” eleitoral. A questão é saber se essa base virá com a força que sempre teve.