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Impressões do cotidiano

Brasileiros já pagaram mais de R$ 1 trilhão e 300 bilhões de impostos, mas governo segue no vermelho

A crise econômica não está completamente superada, mas ainda assim os brasileiros já desembolsaram nada mais nada menos que 1 trilhão 335 bihões de reais com impostos este ano. Boa parte desse dinheiro deveria estar no bolso de seus reais proprietários, o que certamente faria rodar melhor a máquina da economia nacional como um todo, diminuindo barbaramente os impactos mais negativos da recessão, que é a falência de empresas e a evaporação de milhões de empregos.

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O grande problema é que mesmo pagando essa montanha de dinheiro, o governo não consegue gastar menos do que tira da população. O que é pior: neste momento, em Brasília, uma queda de braços entre os setores que comandam a economia e os políticos travam uma briga de foice no escuro. Os economistas querem um rombo máximo de 159 bilhões de reais. Os políticos defendem uma meta fiscal de 179 bilhões.

Buracos ressurgem nas ruas de Goiânia. Prefeitura deve ficar atenta

Logo que assumiu o comando da Prefeitura de Goiânia, Iris Rezende terminou o desencadeamento de forças de trabalho para realizar uma enorme operação para tapar buracos espalhados por quase todas as ruas e avenidas de Goiânia. Os serviços foram bem realizados, mas já é possível observar que, apesar da ausência de chuvas na capital, os buracos começam a surgir novamente.

A foto é reveladora e mostra quantos remendos já foram feitos. Asfalto velho, problema diário

A foto é reveladora e mostra quantos remendos já foram feitos. Asfalto velho, problema diário

O problema aqui é muito mais estrutural do que de manutenção. O asfalto em Goiânia é muito antigo, e operações emergenciais não resolvem a questão definitivamente. Com vida útil vencida, o buraco tapado hoje é vizinho do buraco que surgirá amanhã. Só o recapeamento resolve de vez o problema.

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Declaração de Marconi à Veja rechaça demonização da política

O PSDB, enquanto instituição, não deve formular oficialmente um pedido de desculpas à nação brasileira porque errou bem menos do que acertou ao longo dos anos. Em linhas gerais, é isso o que o governador Marconi Perillo disse no final de semana à revista Veja online. Quanto às denúncias de que alguns tucanos estão envolvidos em casos de propina, Marconi foi conclusivo: os bons do partido não devem pagar pelo erro de alguns poucos ruins.

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Em meio ao modismo partidário de desculpas, as palavras de Marconi soaram inicialmente na direção contrária. A repercussão, no entanto, abriu claramente as intenções dele a respeito do assunto. Quem deve desculpas é quem compete os erros, e cabe à população aceitar o pedido ou não.

No fundo, Marconi evita o maior perigo para um sistema democrático, que é demonizar a atividade política como um todo. Sem política o que sobra é ditadura. Por essa razão, inúmeras instâncias do PSDB em nível nacional aprovaram as ousadas palavras de Marconi na entrevista, o que amplia as chances dele de ser indicado para a Presidência nacional do PSDB no ano que vem.

Base aliada e oposição: Sobram nomes de um lado, faltam candidatos do outro

Governistas e oposição peemedebista vivem situações completamente opostas em número de postulantes à chapa majoritária

Governo e oposição peemedebista, o maior e mais denso núcleo de opositores no Estado, vivem uma curiosa si­tuação antagônica quando o assunto é candidaturas para compor a cha­pa majoritária nas eleições do ano que vem. O que tem em um la­do, às vezes até demais, falta no outro.

A chapa da base aliada para o governo tem a cabeça definida. Será o vice-governador José Eliton, que estará no exercício do governo durante o período eleitoral, o que fará dele candidato à reeleição. Definição desse lado, confusão do outro.

No PMDB, a guerra entre iristas e maguitistas tornou-se franca, aberta e sem quartéis para a definição do nome a ser ungido como candidato ao governo. Um lado defende o senador Ronaldo Caiado, presidente regional do DEM. O outro vai com o deputado federal Daniel Vilela, presidente regional do PMDB.

Disputa

A cabeça de chapa é o único cargo que está sendo disputado no PMDB, situação oposta da base aliada, pacificada em torno de José Eliton. Na chapa para o Senado, a situação é exatamente oposta. Até por falta de pretendentes, no PMDB não se ouve qualquer zunzum a esse respeito. Todos os cargos — dois titulares e quatro suplentes — estão à disposição para livre acesso. Já na base aliada o bicho tem pegado por excesso de candidatos.

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Os dois senadores em fim de man­dato, Lúcia Vânia, PSB, e Wil­der Morais, PP, são integrantes da base aliada. Pelo menos, em tese. Há dúvida se a senadora, que deixou o PSDB e se aninhou na presidência regional do PSB, vai permanecer aliada ou mudará de trincheira política. Assim, as coisas começam a se complicar para encontrar o caminho mais ameno para conciliar todos os que querem disputar o Senado. Das duas vagas em jogo, uma delas teria destinação natural e cativa para o governador Marconi Perillo. Isso se ele não disputar voo nacional, seja como candidato a vice, seja como candidato a presidente da República. Se optar pelo Senado, a base terá somente uma vaga restante.

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Se apenas três nomes já mostram que o problema existe, imagine então quando se abre o leque dentre os partidos mais importantes na composição geral da base aliada, como o PTB e o PSD. A dificuldade maior reside no PSD. O presidente regional do partido, ex-deputado federal Vilmar Rocha, diz que será candidato a governador ou a senador. O PTB diz que sua pretensão é mais tranquila, e vai se contentar em participar da chapa majoritária qualquer que seja o cargo. No caso, vice-governador ou senador.

Diante de tantos candidatos e, por incrível que possa parecer, tão poucas vagas, o governador Marconi Perillo chegou a dizer recentemente que poderia migrar sua atuação para o nível nacional, participando mais diretamente, como candidato ou não, da campanha presidencial do PSDB. Lúcia Vânia ouviu essa história, mas não acredita nela. A senadora entende que a presença do governador na disputa fortalece todos os candidatos da base aliada, e sem ele por perto a situação tende a se complicar inclusive eleitoralmente.

Balanço

O que é pior, ter apenas uma definição para fazer, como é o caso do PMDB com a disputa entre Daniel Vilela e Ronaldo Caiado, ou um grande número de bons nomes para escalar uma seleção imbatível? Os dois lados, embora vivam situações antagônicas, têm um problemão pela frente.

Candidatos a senador representam uma composição importante de força que o candidato a governador deve demonstrar para o eleitorado. Se o nome em cima é competitivo, mas seus companheiros de chapa majoritária são desconhecidos e sem apelos eleitorais, há prejuízos, embora não signifique um impedimento para a vitória sozinho. De qualquer forma, é obviamente um esforço de superação.

Já a profusão de candidatos em boa situação gera uma enorme dificuldade de tessitura política para evitar que o caldo entorne — entenda-se isso como abertura de dissidências. Para a base aliada, a esperança é que, mais uma vez, o governador Marconi Perillo consiga montar essa grande conciliação com o mínimo de prejuízos, se houver. A força da base é exatamente a unidade, exatamente o que sempre faltou nas oposições.

É a imprensa ocidental ?

Tem cabimento? Ex-presidente Dilma diz que crise na Venezuela é culpa do ocidente

Para a ex-presidente Dilma Roussef, o mundo ocidental está criando uma imagem falsa e negativa sobre a ditadura ainda disfarçada de Nicolás Maduro, na Venezuela. A culpa, segundo ela, é da imprensa.

É a imprensa ocidental ?

É a imprensa ocidental ?

Na entrevista que concedeu à BBC, Dilma não cita a centena de mortos pela polícia bolivariana de Maduro e pelos grupo para-militares criados, armados e incentivados pelo regime.

A culpa é sempre dos outros…

Mensalão volta a tirar o sono de Lula. Ministério Público reabre inquérito

A Câmara de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal decidiu desarquivar as investigações sobre suposto repasse de 7 milhões de dólares pela Portugal Telecom para quitar dívidas de campanha do PT. O caso integra o que se tornou conhecido como Mensalão.

Marcos Valério: dinheiro foi negociado com Lula e Palocci

Marcos Valério: dinheiro foi negociado com Lula e Palocci

De acordo com denúncia feita pelo publicitário Marcos Valério, principal operador do Mensalão, Lula e o ex-ministro Antonio Palocci negociaram o repasse dos 7 milhões de dólares dentro do Palácio do Planalto. Na época das investigações, um dos procuradores federais não encontrou provas que confirmassem a versão. A Câmara de Combate à Corrupção é órgão do MPF encarregado de rever os casos de arquivamento.

Homologada delação que pode deflagrar segunda maior operação depois da Lava Jato

“Essa (operação) é monstruosa. Depois da Lava Jato é a maior operação”. Foi dessa forma que o ministro Luiz Fux se referiu, na semana passada, à delação do ex-governador do Mato Grosso Silval Barbosa, preso em Cuiabá. Relator do processo, Fux homologou a delação ontem.

Fux: será a segunda maior operação depois da Lava Jato

Fux: será a segunda maior operação depois da Lava Jato

Silval está envolvido num gigantesco esquema de recebimento de propina para liberação de incentivos fiscais. Na semana passada, a juíza Selma Santos Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, autorizou a transferência do ex-governador matogrossense da penitenciária para prisão domiciliar. Além da delação, ele devolveu de imediato 40 milhões de reais em bens.

Goiás: proporcionalmente, Estado lidera geração de empregos no país

Proporcionalmente, Goiás foi maior gerador de empregos no 1º semestre deste ano

Dados do Caged, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do governo federal, revelam que o Estado de Goiás foi o 3º maior gerador de novos empregos no primeiro semestre deste ano, atrás de Minas Gerais e São Paulo. Proporcionalmente, levando-se em conta a população, o Estado liderou a geração de novos empregos em 2017.

Goiás: proporcionalmente, Estado lidera geração de empregos no país

Goiás: proporcionalmente, Estado lidera geração de empregos no país

No mês de junho, em números absolutos, Goiás ficou na terceira posição, após São Paulo e Mato Grosso. Em 20 Estados, o número de novas vagas superou o de demissões. O Rio de Janeiro é o contraponto, com quase 10 mil demissões apenas em junho.

Deu ruim para juiz que passeou com carros de Eike Batista

O juiz Flávio Roberto de Souza, que mandou apreender carros importados pertencentes a Eike Batista e depois foi flagrado nas ruas do Rio de Janeiro dirigindo um dos modelos, um Porsche, acaba de ser condenado pelo juiz federal Marcelo Bretas a oito anos de reclusão no regime semiaberto e a perda do cargo. Anteriormente, em decisão do Tribunal Regional Federal, ele havia recebido a pena máxima tradicional com que juízes que se comportam mal: a doce aposentadoria antecipada com direito à pensão vitalícia. A decisão de Bretas mudou essa história.

Passeio de Porsche desta vez custou caro...

Passeio de Porsche desta vez pode ter custado caro…

Essa decisão, porém, poderá demorar muito para ser aplicada, e terá que ser confirmada até a última instância.

Tempo seco demais exige atenção com a cor do xixi

A eliminação de líquidos através da urina – ou xixi, como é popularmente chamada – é uma aliada da saúde, e também pode ser um alerta importante. Especialmente nesta época de tempo muito seco, não custa nada observar a cor predominante. A urina normal é amarela ou amarela clara. Se ela se apresentar de forma mais escura, amarelo quase turvo, então o alerta deve ser disparado.

Quem diria? A cor do xixi é um aliado que pode indicar algum problema

Quem diria? A cor do xixi é uma aliada que pode indicar algum problema.

Na realidade, muitos alimentos e medicamentos podem alterar a cor da urina, e qualquer alteração que escape do padrão amarelo/amarelo claro por mais de três dias deve ter a causa investigada com ajuda médica.

O xixi amarelo escuro normalmente significa que o corpo está pedindo maior ingestão de água neste período tão seco na região central do Brasil. Crianças e adolescentes muitas vezes praticam tantas atividades que se esquecem de beber água. Os pais devem ficar atentos.

Mesmo que a pessoa sinta pouca sede, é necessário beber mais água. Se a cor não se alterar em até três, o médico deve ser consultado imediatamente.