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Acabou: Friboi joga a toalha e pede a conta

???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????O sonho de ser governador do Estado de Goiás de Jr Friboi chegou ao fim de forma melancólica nesta segunda-feira, 2. O próprio empresário entrou com contato com alguns dirigentes de partidos aliados e candidatos a deputado estadual e federal e avisou que sua saída agora é definitiva. O pessoal de seu escritório já foi demitido e dispensado do cumprimento de aviso prévio. ¨Agradeço publicamente pela oportunidade de ter trabalhado com Jr Friboi¨, tuitou no início da tarde o agora ex-assessor de imprensa do peemedebista, o experiente jornalista Rodrigo Czepak.

Sobre os inúmeros compromissos financeiros que ele tinha feito com candidatos de todos os partidos, a mensagem é coletiva: a partir de agora, o caixa está fechado. Pessoas muito próximas admitiram que Jr Friboi pretende analisar caso a caso, e é possível que ele apoie financeiramente umas poucas candidaturas. Pelo menos quatro candidatos a deputado federal e estadual do PMDB já estariam revendo suas posições, e podem abandonar projeto eleitoral este ano.

Sonho antigo

Esta não foi a primeira vez que Jr Friboi tentou entrar para a política ocupando logo de cara o governo estadual. Ligado inicialmente a Marconi Perillo, o empresário tentou se viabilizar em 2006, mas nem chegou a formalizar sua candidatura pelo PSDB.

Paralelamente ao fato da empresa de sua família, a JBS, ser escolhida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como uma das ¨campeãs do Brasil¨ – termo utilizado em Brasília que serve como senha para abrir os cofres do BNDES e apoiar a expansão internacional de determinadas empresas, como é o caso da JBS e foi com as empresas X de Eike Batista –, Friboi se distanciou dos tucanos de Goiás, e passou a eleger Marconi como inimigo político número 1.

Ele teve uma rápida passagem pelo PSB de Goiás até desembarcar no PMDB após se entender com os dirigentes nacionais da sigla, como o vice-presidente Michel Temer. Aparentemente, as negociações envolviam caminho livre para a sua candidatura ao governo do Estado.

Desde o início, já se sabia, em Goiás, que o mar de rosas prometido pela cúpula nacional do PMDB a Friboi estava lotado de espinhos, e que todos eles atendiam por um só nome: Iris Rezende. O líder regional do partido jamais aceitou bem esse atalho federal adotado por Friboi. Ao lado de sua esposa, a deputada federal dona Iris, chegou a se deslocar até Brasília para convencer os chefões do PMDB a retirar o apoio dado a Friboi. Sem sucesso por lá, iniciou imediatamente em Goiás a movimentação que minou as condições de atuação interna e externa de Friboi, causando sua instabilidade.

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Na sexta-feira, 23, na página Eleições, neste site, análise sobre a carta renúncia de Friboi observava que ainda não se podia avaliar concretamente se o gesto do empresário era definitivo ou mera cartada política interna: ¨Essa resposta tem uma singela e definitiva resposta, que Friboi dará ou não nos próximos dias: se ele retornar ao Estados Unidos, onde mantém uma bela casa no estado do Colorado, de onde saiu para se aventurar pela selva política goiana, ficará bastante evidente sua retirada definitiva do processo. Se ele ficar por aqui, se mantiver seu bunker político aberto e com funcionários, certamente a escapada do marruá não terá qualquer significação no aspecto ostracismo. Sua sombra vai se projetar permanentemente sobre Iris, e sobre o cenário geral como um todo

Friboi não voltou para os Estados Unidos, mas já deixou Goiânia. Amigos dizem que ele viajou para sua fazenda, no município de Posse, nordeste do Estado.

Sem Iris, eleitorado migrou para todos os demais candidatos

Palanque do PMDB já tem uma definição

 – Jornal Opção

Iristas e friboizistas debatem candidatura a governador pelo PMDB, mas o palanque está armado

Iris Opção

Iris Rezende sempre teve a força majoritária no partido, que hoje tem preferência por Júnior Friboi

 

Mauro Borges foi atropelado pelo irismo no passado Irapuan Costa Junior foi combatido pelos santillistas

Mauro Borges foi atropelado pelo irismo no passado
Irapuan Costa Junior foi combatido pelos santillistas

Nem Júnior Friboi nem Iris Rezende. A primeira atração do PMDB para as eleições deste ano em Goiás é a divisão interna sem precedentes. Ja­mais o partido, eternamente em guerra interna, se deparou com crise tão grande. Antes, o processo era solucionado pelo enorme disparidade que havia entre o poder dos grupos principais, com fortíssima predominância irista. Hoje, o minoritário grupamento liderado pelo prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, rivaliza com Iris graças à presença de Friboi. Mesmo os mais extremados peemedebistas de um e do outro lado admitem que a união interna está definitivamente comprometida, independentemente de quem quer que seja o candidato ao governo.

O PMDB jamais foi exatamente o que se pode chamar de partido unido. Sempre esteve, por esse prisma, a dezenas de bilhões de anos-luz de partidos como o PT e o DEM, para ficar em dois exemplos de partidos ideologicamente distantes. Os petistas, que se abrigam sobre o enorme guarda-chuvas partidário, travam brigas internas constantes desde o seu início. Na prática, é como se dezenas de partidos convivessem na mesma área partidária. A diferença é que a porção majoritária e vencedora acolhe os grupos derrotados e ambos caminhos unidos depois. No DEM, nem isso existe. O partido parece ser sempre um só.

O PMDB sempre teve grupamentos internos bastante definidos. No auge do poder peemedebista em Goiás, logo após a redemocratização do país, na década de 1980, conviviam pelo menos quatro grandes grupos no partido. Os dois maiores eram liderados por Iris Rezende e por Henrique Santillo. Em seguida, orbitando às vezes num desses dois polos às vezes no outro, se situavam os grupamentos liderados por Mauro Borges e Irapuan Costa Júnior.

O primeiro grande enfrentamento interno somou os interesses dos grupos de Iris e Santillo, que se uniram para combater qualquer avanço do grupo de Mauro Borges nas eleições de 1986. Logo depois, os dois grupos vencedores também entraram em choque, definido inicialmente a favor de Santillo, que contou com o apoio do grupo de Irapuan, que havia embarcado na nau peemedebista pelas mãos de Iris Rezende, e que foi alvo de ataque do grupo santillista no primeiro momento.

Aos poucos, Iris se reforçou com parte do grupo de Irapuan, que foi incorporada, e já em 1990 conseguiu definitivamente derrotar santillistas e o que havia restado do grupo irapuanista. Livre e sem ter que negociar posições internamente, os iristas trataram de impedir que Nion Albernaz e seu pequeno grupamento – irista, diga-se – pudesse crescer a partir da candidatura dele ao governo do Estado em 1994, ao mesmo tempo em que também desestimularam o surgimento de uma segunda célula semi-independente, liderada pelo então deputado federal Naphtali Alves. Para isso, os iristas apostaram na candidatura do então vice-governador de Iris, Maguito Vilela.

O que ninguém entre os iristas imaginava é que Maguito se tornaria rapidamente um dos governadores mais populares da história de Goiás, superando inclusive o próprio Iris Rezende em seus dois mandatos. Assim, em 1998, a candidatura de Maguito à reeleição era absolutamente natural e considerada imbatível mesmo por opositores. Os iristas travaram então aquela que seria a última batalha interna antes do conflito atual, e Maguito se viu bloqueado na tentativa de se reeleger e foi despachar no Senado da República do alto de uma montanha de votos.

Todos esses fatos e embates históricos na vida orgânica do PMDB de Goiás jamais foram fator de sucesso ou fracasso nas urnas. Até 1998, os peemedebistas ganharam praticamente tudo o que disputaram. Hoje, e pela primeira vez, a situação é diferente. Iris Rezende não possui mais o mesmo poder interno que possuía antes. Nem seu grupo é tão grande e numeroso que possa dispensar os grupamentos menores derrotados como ocorreu ao longo de todo o processo.

Por outro lado, Iris enfrenta um oponente endinheirado e determinado que não se preocupa com o preço político que terá que pagar por sua ousadia, até por falta de perspectivas políticas futura. Friboi não é político, e se perder a disputa e o rumo, vai sair desse mundo tão rapidamente quanto entrou, sem qualquer tipo de drama pessoal além de feridas de cicatrização rápida. Os antigos adversários eram diferentes de Friboi exatamente nesse aspecto: todos eles tinham alguma forma de responsabilidade política com o futuro. Friboi, não.

O grande drama do PMDB e seus dois rivais internos é que nenhum deles conseguirá unir o partido na campanha. De quebra, isso poderá provocar um dano colateral que ainda não é possível mensurar com certa exatidão, que é o trabalho de costura de ampliação das alianças. Hoje, um dos pontos fundamentais de qualquer candidatura realmente competitiva é sua capacidade de agregar aliados externos. Iris perdeu essa condição política e Friboi ainda não deu mostras de que tem qualquer tipo de atração além do aspecto financeiro. Em ambas as situações, são fatores que complicam, e somente uma fortíssima e real perspectiva de poder imediato conseguiria efeito amenizador. Mas como chegar a esse patamar de perspectiva com um partido que até agora só conseguiu definir a divisão interna no palanque eleitoral? Não vai ser fácil.

Paulo-Garcia-Expressão

Crise na prefeitura de Goiânia pode desencadear impeachment ou intervenção?

A prefeitura de Goiânia se tornou uma central de má notícias. Semana sim e semana não também, alguma coisa para de funcionar ou perde completamente o ritmo. Obras se arrastam ou praticamente não saem do papel, lixo se acumula nas portas das casas durante dia e dias, funcionários públicos perdem parte dos salários, buracos picotam o asfalto em milhares de ruas com buracos cada vez maiores mesmo num período sem chuvas. Enfim, as funções primárias de qualquer administração municipal estão sendo sistematicamente afetadas. E não existe nenhum indicativo de que o sufoco é temporário e será rapidamente superado.

Foto de arquivo. Voltará a ser atual?

Foto de arquivo. Voltará a ser atual?

Nas redes sociais, e entre funcionários públicos, surge aqui e ali quem defenda o impeachment do prefeito Paulo Garcia ou, no mínimo, que o Estado decrete intervenção e assuma o comando administrativo da capital. Os defensores da solução dramática traçam paralelos com o período de 1986/1988, do prefeito Daniel Antônio, do PMDB, quando houve intervenção decretada pelo então governador Henrique Santillo (já falecido), também do PMDB. Há semelhanças entre as duas situações? Algumas, mas não todas.

Crise na Administração Daniel Antônio levou à intervenção

Crise na Administração Daniel Antônio levou à intervenção

Crise política e administrativa

O colapso parcial da administração de Paulo Garcia está intimamente ligado à falta de dinheiro. Politicamente, a crise existe, mas não se expandiu para o campo administrativo. Em meados da década de 1980, exatamente na primeira administração eleita diretamente pela população no retorno das eleições diretas nas prefeituras de capitais e cidades consideradas de interesse da segurança nacional (em Goiás, a única cidade nessa condição era Anápolis, em função da localização da base aérea), Daniel Antônio havia perdido completamente as condições políticas, numa crise que não foi detonada pelas condições financeiras.

Essa desestruturação política desencadeou uma crise administrativa que provocou uma onda de choque paralisante e crescente nos serviços essenciais. Daí para o aspecto moral foi um passo curtíssimo.  Denúncias de corrupção se tornaram arroz de festa. Até que uma bomba arrasadora explodiu na Câmara Municipal, atingindo diretamente quase todos os vereadores. Apenas 3 deles se livraram, e foram eles exatamente os autores da denúncia: o prefeito teria sido chantageado pela Câmara.

A sede da câmara Municipal era no 9º andar do edifício Parthenon Center

A sede da câmara Municipal era no 9º andar do edifício Parthenon Center

A mistura se tornou nitroglicerina pura. A administração, que já encontrava em crise profunda e grave, atolou de vez. A única solução, que seria a Câmara Municipal, havia afundado junto. Aí, não restou alternativa: atendendo pedido aprovado pelos vereadores acuados, o governador Henrique Santillo sacou a caneta e decretou a intervenção na prefeitura, afastando o prefeito Daniel Antônio e nomeando o então vice-governador, Joaquim Roriz, interventor.

Cenário é idêntico?

De certa forma, há muitas semelhanças entre a crise da década de 1980 que resultou em intervenção – e que evitou um processo de impeachment – e a atual: paralisação parcial ou total de setores inteiros da prefeitura, crise permanente e moral na Câmara Municipal. As semelhanças param aí. Daniel Antônio enfrentou denúncias diretas de corrupção, ao contrário de Paulo Garcia, jamais acusado de qualquer falcatrua. A crise  com Daniel teve origem política que arrasou a governabilidade, o que também não é o caso atual, de crise originada em provável desequilíbrio financeiro.

Medida de força está completamente descartada?

A pergunta que paira sobre os destinos de Goiânia, porém, faz sentido: se a crise financeira é grave e até agora não se apontou claramente para uma solução estrutural, pode-se ao menos imaginar que inexoravelmente a superação dos problemas vai passar por medida de força extrema e externa? A resposta, neste momento, é não. É claro que o agravamento da crise financeira poderá desencadear também um processo que deteriore a governabilidade político-administrativa, mas não é este o caso. Repita-se: por enquanto.

Paulo-Garcia-Expressão

A administração Paulo Garcia precisa urgentemente equacionar o problema financeiro sob pena de ver o buraco à sua frente crescer como voçoroca descontrolada que engole tudo ao seu redor. Não há muito mais tempo. Crises financeiras tendem a se agravar quando não estancadas na origem ou logo nos primeiros sintomas. Descobre-se agora, por exemplo, que não apenas as obras estão paralisadas, mas que alguns fornecedores importantes, como a Ita Transportes, estão há meses sem receber pelo serviço prestado ou pelos produtos vendidos. Ou seja, tem se reservado o dinheiro curto para se atender o pagamento dos salários dos servidores, e quase mais nada além disso.

Cairo: salários podem atrasar

Cairo: salários podem atrasar

A perspectiva sobre o futuro, porém, inclusive nesse aspecto, é sombria. O ex-secretário de finanças, Cairo Peixoto, um craque da área, em sua passagem relâmpago pela secretaria, abriu parte da caixa preta e avisou que a folha de pagamento está se tornando tão problemática que existe a real possibilidade de se atrasar os salários. Isso poderia se tornar, se realmente acontecer, no pavio curto da explosão de uma crise também política, o que espremerá a Câmara Municipal, fatalmente, num dramático impasse. Nesse caso, e apenas aí, a resposta para a pergunta sobre impeachment ou intervenção seria sim.

Editorial, o site que vai além do blog

Quando eu resolvi lançar este site, há 1 ou 2 anos, me esforcei para ficar focar em 2 pontos: primeiro, que ele refletisse o que eu sempre fui profissionalmente. Dai nasceu a certeza de que, ao contrário dos pioneiros, não poderia ser apenas um blog. E também não poderia ser um portal de notícias. Então, os formatos foram pulando uns sobre os outros até que resultou neste que aí está.

O esforço de foco a que me refiro é principalmente não permitir a contaminação por influência das demais iniciativas que estão na internet, e que são ótimas, na elaboração deste site. Parece uma coisa simples, fácil. Não é. A internet é ainda um universo de informação e interação que se encontra em fase primitiva, muito longe de sua formatação ideal e mais longe ainda de seu modelo de abrangência. Por essa razão, não é fácil escapar dos modelos existentes.

Mas por que a internet e não um impresso? Porque não vejo os jornais como o futuro. A internet, sim, nos representa em relação ao que está vindo. Os jornais vão desaparecer? Creio que sim. Aliás, tenho absoluta convicção de que sim. E as TVs e rádios? Também. Dentro de mais uns poucos anos, TVs, rádios, jornais e revistas vão ser vistos e ouvidos através de telas projetadas nas paredes das casas, nas mesas, nos carros, nos bares, onde quer que a vida esteja. Os aparelhos de TV e rádio, assim como as impressoras de jornais e revistas, caminham inexoravelmente rumo à extinção.

Portanto, modular um site que ofereça alguma proposta que não se enquadre inteiramente nos padrões já existentes e consagrados é complicado. Hoje, acho que consegui, oferecendo para o leitor um site que vai além do blog, slogan que será adotado já agora em junho.

É como eu vejo e sinto este site: é um blog profissional, sem nenhuma dúvida, mas com alguma coisa além de tudo o que vi até agora na internet. A começar pela formatação de conteúdo, distribuído em 5 páginas interligadas e diferentes editorialmente. Conexões se caracteriza pela análise política; Eleições, por informações diretamente relacionadas com o tema; Blog do Afonso é o formato mais tradicional, com notas mais curtas e sem limite de abrangência; Diário Íntimo de Um Velho Repórter é intimista; Vida Boa: Comer&Beber se propõe a dividir com os leitores experiências e sensações vividas nas taças de vinho, a mais extraordinária bebida criada pelo ser humano.

Por último, adotei como padrão de comportamento profissional deste site, além do conteúdo, a premiação dos leitores. Por que? Retorne ao início deste Editorial na parte que diz que o site deveria refletir exatamente o que sempre fui profissionalmente. É aí que se encontra a explicação. Venho do jornal, da TV e do rádio. E o rádio sempre premiou seus ouvintes. E por que registrar em vídeo os sorteios? Porque nada carrega um tom mais televisivo do que um flagrante na tela. Essa é a cara da TV atualmente.

Enfim, esta é a proposta: oferecer a você o site que vai além do blog. Não sei se este é o futuro dos blogs na internet, mas tenho certeza que é o meu presente, e você é o convidado permanente para fazer parte dele sempre que tiver um tempinho.

Afonso Lopes

Canal de vídeos afonsolopes.com – Youtube

 

https://www.youtube.com/channel/UCnmP3CBxuBlHwwPYXkGBqNw/feed?view_as=public

Gustavo Silva recebeu telefonema momentos após o sorteio

Ganhador da TV Samsung 51¨ é de Goiânia

Gustavo Silva recebeu telefonema momentos após o sorteio

 

 

Gustavo Silva recebeu telefonema momentos após o sorteio

Gustavo Silva recebeu telefonema momentos após o sorteio

Saiu para um goianiense a TV Samsung 51¨ sorteada na campanha de maio do site afonsolopes.com. O sorteio eletrônico, realizado por software e sem intervenção física, foi acionado pelo gerente de mídia da A2A Notícias, Ivan Campos. O ganhador é Gustavo Silva.

Ivan Campos disse que o número de internautas participantes ficou dentro da meta prevista. ¨Ficamos satisfeitos com a resposta de nossos leitores¨, explicou. Ivan acrescentou que a política de premiação do site vai continuar. ¨O rádio sempre fez isso, e nós também queremos fazer¨, disse. Ele não revelou a premiação do mês de junho, mas admitiu que terá ligação com a temática Copa do Mundo.

Os carrascos de Iris

 

maguito-vilela-iris-rezende-e-junior-friboi-620x450Iris tentou. No último momento, mas tentou. Foi atropelado, esmagado, massacrado. Sua carta de renúncia é carta-confissão de sua incapacidade diante do paredão peemedebista. Não deu. Acabou. Última página. A história chega ao fim.

Mas para quem Iris Rezende, uma das maiores glórias políticas da história do povo goiano, perdeu? Diretamente, para Jr Friboi. Que, aliás, nem é esse seu nome. José Batista Júnior, o filho de José Batista Sobrinho. Indiretamente, Iris viveu seu dia de Cesar no Senado romano. Foram muitas mãos, que se desejam anônimas, que fizeram Iris se debruçar diante de, provavelmente, sua maior derrota pessoal.

Doeram as derrotas para Marconi Perillo? Sim, claro, devem ter doído demais da conta. Mas Marconi era inimigo, estava do outro lado, na outra trincheira. Desta vez, não. Ele foi derrotado pelos ¨seus¨. Foi, em tradução prática, rejeitado pelos ¨seus¨. Enjeitado. Provavelmente, deve estar sendo muito mais difícil para ele esta derrota do que aquelas travadas no campo aberto do eleitorado.

Mas quem derrotou Iris Rezende dentro de ¨sua¨ própria casa. Um desconhecido recém chegado: Jr Friboi. Ou o que chegou antes do próprio, a promessa financeira. A promessa de financiar a tudo e a todos os que jurassem fidelidade. Foi ela, a promessa, que abriu as portas do PMDB, desde Brasília, para que Jr adentrasse como um conquistador viking, tilintando uma espada dourada. Iris perdeu para os bilhões e perdeu para Friboi.

Mas é ilusório acreditar que o ocaso de um dos deuses do Olimpo da política de Goiás aconteceu somente por causa de dinheiro. Não foi só isso. Iris também teve culpa, e o desfecho de Senado romano se fez também por seus próprios atos.

O primeiro foi a sua demora em dizer que queria disputar mais uma vez o governo do Estado. Ele demorou demais. Deixou companheiros perdidos e abandonados. Numa das postagens recentes, neste site, foram enumerados os 7 erros capitais que causam a derrota de candidatos ao governo. Pecado número 3: subestimar adversários (http://www.afonsolopes.com/category/eleicoes/).

Iris subestimou Jr. Achava que ele não conseguiria crescer nas pesquisas eleitorais. Acertou nesse ponto porque o adversário continua nesse aspecto um candidato anão. Mas errou ao não avaliar que a disputa era interna, e não externa.

O segundo erro de Iris é histórico: falta de compromisso financeiro em suas campanhas. Segundo algumas confidências de peemedebistas históricos, apenas em 2010 ele enfiou a mão no bolso. Nas demais, as contas foram democraticamente atiradas nas costas dos peemedebistas de todas as matizes políticas e econômico-financeiras. Jr chegou prometendo fazer exatamente o oposto disso. Ao invés de receber, vai se autofinanciar, e bancar quem mais estiver com ele.

Iris Rezende também transgrediu o pecado número 6: se imaginar a última Coca-Cola do deserto. No caso, a última Coca-Cola gelada, pronta para salvar o PMDB da sede de poder que o devora desde 1998. Friboi se mostrou como o dono da fabrica de gelo e da Coca. Tudo junto e misturado.

Por fim, Iris foi derrotado pelo único grupamento interno que ele não conseguiu expelir do PMDB: os maguitistas. Foram anos e anos, desde 1998, suportando a prepotência do domínio irista. Desta vez, os maguitistas venceram. E, pelo jeito, venceram a batalha interna derradeira. Dificilmente, Iris terá tempo suficiente para se recuperar e se preparar para dar o troco. Foi o último round, e por nocaute. Maguito Vilela talvez tenha se submetido ao último ato de submissão política a Iris Rezende quando teve que estar ao lado do velho líder quando, há 3 semanas, ele lançou-se candidato. ¨O senhor apoia a candidatura de Iris?¨, perguntaram os repórteres surpresos. ¨Você tem alguma dúvida?¨, respondeu sem responder Maguito Vilela. Não, nenhuma dúvida.

Ideal de Iris é montar chapa semelhante à de 2010

Conexões: Jornal Opção
Iristas têm uma meta: fazer uma composição com Júnior Friboi pacificado na vice e o PT de Gomide atraído para o Senado

Iris Rezende acredita que agora poderá montar uma chapa que consiga alcançar os votos que faltaram em 2010 / Fotos: Fernando Leite - Jornal Opção

Qualquer irista sabe de cor e salteado recitar o mantra da chapa ideal do PMDB para as eleições deste ano. É o próprio Iris Rezende na cabeça da chapa, Júnior Friboi como candidato a vice-governador e o ex-prefeito anapolino Antônio Gomide na disputa pelo Senado. Alguma semelhança com 2010? Total, pelo menos no esqueleto da composição.

Júnior Friboi seria o vice ideal na chapa irista

Júnior Friboi seria o vice ideal na chapa irista

Na eleição passada, Iris encabeçou a chapa ao governo, teve um can­didato a vice do PMDB, Marcelo Melo, e um petista na luta pelo Se­nado, Pedro Wilson — o outro foi Adib Elias. Era uma chapa extremamente competitiva, sem dúvida, mas não foi suficiente para derrotar Marconi Perillo e seu grupamento. É igualzinho o que se propõe agora: Iris na cabeça, um vice do PMDB e um senador do PT.

Em 2010, quase deu certo. Fal­tou pouco, essa que é a verdade. Pro­vavelmente, foi a eleição mais difícil enfrentada por Marconi Perillo. Até mais que em 1998, quando surpreendeu geral e derrotou o até então mito imbatível Iris Rezende e o PMDB. Em 98, Mar­co­ni era franco atirador, e fez uma campanha bem estruturada, mas empurrada muito mais por seu próprio ânimo amalucado de que, aos 30 e poucos anos, com apenas duas eleições para deputado – estadual e federal – poderia derrotar um deus do Olimpo da mitologia política de Goiás. O curso normal da história in­dicava que Iris seria eleito em 98 com absoluta tranquilidade. Então, aquela eleição, para Marconi, foi um mérito pessoal absoluto, que jamais poderá ser suplantado, mas perante a história tornou-se um marco de algo inusitado do qual ele foi protagonista. Não mais do que isso, embora com outros desdobramentos.

Antônio Gomide, do PT, seria o candiato ao Senado

Antônio Gomide, do PT, seria o candiato ao Senado

Em 2002, na sua reeleição, Mar­coni conseguiu se superar em um ano. Em outubro de 2001, ele estava praticamente 17% atrás de outro gran­de rival peemedebista, o então ex-governador Maguito Vilela, que tinha tudo para ser reeleito em 1998, mas que não pôde ser candidato à reeleição. Marconi ganhou com 51,2% dos votos válidos, já no primeiro turno.

Em 2010, Goiás viveu um clima de copa do mundo eleitoral. E a decisão final entre Iris e Marconi foi sensacional. Cada dia de campanha no segundo turno era como um estádio lamentando o gol perdido pelo artilheiro ou comemorando defesa milagrosa do goleiro.

Iris poderia, sim, ter vencido em 2010. No papel, era a estrutura absolutamente impecável. Tinha o declarado apoio de dois governos: do dele próprio, nas mãos do prefeito-herdeiro de seu mandato como prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, e de Luiz Inácio Lula da Silva e sua candidata à sucessão presidencial, Dilma Roussef. De quebra, o Palácio das Esmeraldas, conquistado pelos adversários liderados por Marconi em 98, reconfirmado em 2002 e mantido em 2006 com Alcides Rodrigues, havia se transformado em chicote a açoitar o lombo eleitoral e político de Marconi ao longo de pelo menos três anos e meio. Ou seja, Marconi estava completamente desprovido de poder palaciano para enfrentar máquinas poderosas.

Mas, como se sabe, faltaram alguns poucos pontos porcentuais de votos para Iris Rezende em 2010. Pra ser exato, se Iris tivesse conquistado no segundo turno mais 3% dos votos válidos, algo como 87 mil e 500 eleitores, que optaram por Marconi, teria sido ele, Iris, o vencedor. Diante de um universo de quase 3 milhões de votos válidos daquela eleição, foi por pouco.

Passou raspando em 2010, mas consolidou de vez a liderança de Marconi em relação ao que ele é e representa dentro desse eixo vencedor desde 1998. Naquela primeira vitória, foi quase um acaso do destino. Em 2002, ele tinha a máquina nas mãos. Em 2006, ele carregou seu antigo vice com sua imensa popularidade. Em 2010, ele, Marconi, escreveu sua história na rocha da memória eleitoral do Estado. E agora?

Os iristas querem uma revanche nos mesmos moldes de 2010, pelo menos quanto ao seu próprio time, com Iris, um peemedebista na vice e um petista para o Senado. Imaginam que, desde 2011, Marconi não é mais tão imbatível como foi antes. Aqueles 88 mil eleitores não conquistados em 2010 e que custaram a derrota no segundo turno continuam atravessados na garganta dos iristas. Essa chapa, então, a idealizada pelos iristas – e pelo próprio Iris, é claro – seria o sonho de consumo dos deuses eleitorais.

Tudo isso é verdade? Claro que é, mas nem tudo é visto dessa forma, por esse prisma irista. Júnior Friboi, por exemplo, um conquistador do capitalismo de Estado — seu grupo empresarial é o maior do mundo no ramo de carnes, mas também é o que mais recebeu dinheiro estatal para crescer —, quer que seja ele o conquistador dos tais 88 mil votos. Friboi se imagina o viking mo­der­no que irá barbarizar eleitoralmente as terras do sul depois de con­quistar economicamente o gado e as galinhas de corte das A­méricas. E Antônio Gomide já pa­rece ter sido completamente dominado pelos sonhos azulados provocados pela mosca da eleição.

E assim se resume o grande dramalhão vivido pelas oposições a Marconi Perillo nesta fase de predefinição. Vão enfrentar um governador que, principalmente após 2010, conhece totalmente as suas próprias forças e suas limitações. Um político que sabe mapear com rara competência o quadro eleitoral e que consegue crescer com adversidades ou não. E os que lhe fazem oposição ainda se vestem de Dom Quixote de La Mancha, e imaginam que o cavaleiro a ser enfrentado é um estático moinho de vento carcomido pelo tempo de poder.

Ganhadora do iPad Mini é de Goiânia

Captura de Tela 2014-04-25 às 18.47.47Natália Ferreira Gomes, de Goiânia, ganhou o iPad Mini oferecido aos leitores este mês. O sorteio foi realizado agora à tarde, 25, no escritório sede de Rafael Dias, webmaster, com as presenças de Afonso Lopes e Ivan Campos, gerente de Mídia da A2A Notícias, editora do site afonsolopes.com. A vencedora foi comunicada via celular e se declarou surpresa e feliz. ¨Eu estava louca de vontade de ganhar. Nem estou acreditando¨, disse ela.

Ivan Campos garante que a A2A Notícias vai manter a política de sorteios de brindes no site afonsolopes.com. ¨O rádio faz isso há muitos e muitos anos. Além de trabalhar o melhor conteúdo para seus ouvintes, oferece brindes para quem se inscreve. Vamos fazer isso aqui também, no nosso site¨, detalhou Ivan. Ele não quis adiantar qual será o sonho de consumo que vai entrar na promoção de maio, mas garantiu que ¨quase todo mundo vai querer ganhar¨. A campanha deverá entrar no ar provavelmente na próxima semana. ¨Quer conteúdo de qualidade? Nós temos. Quer ganhar prêmios legais? Temos também. Essa é a nossa proposta com o site afonsolopes.com¨, finalizou.

Natália Ferreira Gomes deve receber seu iPad Mini na segunda-feira. O evento será registrado e publicado aqui.