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Gustavo Silva recebeu telefonema momentos após o sorteio

Ganhador da TV Samsung 51¨ é de Goiânia

Gustavo Silva recebeu telefonema momentos após o sorteio

 

 

Gustavo Silva recebeu telefonema momentos após o sorteio

Gustavo Silva recebeu telefonema momentos após o sorteio

Saiu para um goianiense a TV Samsung 51¨ sorteada na campanha de maio do site afonsolopes.com. O sorteio eletrônico, realizado por software e sem intervenção física, foi acionado pelo gerente de mídia da A2A Notícias, Ivan Campos. O ganhador é Gustavo Silva.

Ivan Campos disse que o número de internautas participantes ficou dentro da meta prevista. ¨Ficamos satisfeitos com a resposta de nossos leitores¨, explicou. Ivan acrescentou que a política de premiação do site vai continuar. ¨O rádio sempre fez isso, e nós também queremos fazer¨, disse. Ele não revelou a premiação do mês de junho, mas admitiu que terá ligação com a temática Copa do Mundo.

Os carrascos de Iris

 

maguito-vilela-iris-rezende-e-junior-friboi-620x450Iris tentou. No último momento, mas tentou. Foi atropelado, esmagado, massacrado. Sua carta de renúncia é carta-confissão de sua incapacidade diante do paredão peemedebista. Não deu. Acabou. Última página. A história chega ao fim.

Mas para quem Iris Rezende, uma das maiores glórias políticas da história do povo goiano, perdeu? Diretamente, para Jr Friboi. Que, aliás, nem é esse seu nome. José Batista Júnior, o filho de José Batista Sobrinho. Indiretamente, Iris viveu seu dia de Cesar no Senado romano. Foram muitas mãos, que se desejam anônimas, que fizeram Iris se debruçar diante de, provavelmente, sua maior derrota pessoal.

Doeram as derrotas para Marconi Perillo? Sim, claro, devem ter doído demais da conta. Mas Marconi era inimigo, estava do outro lado, na outra trincheira. Desta vez, não. Ele foi derrotado pelos ¨seus¨. Foi, em tradução prática, rejeitado pelos ¨seus¨. Enjeitado. Provavelmente, deve estar sendo muito mais difícil para ele esta derrota do que aquelas travadas no campo aberto do eleitorado.

Mas quem derrotou Iris Rezende dentro de ¨sua¨ própria casa. Um desconhecido recém chegado: Jr Friboi. Ou o que chegou antes do próprio, a promessa financeira. A promessa de financiar a tudo e a todos os que jurassem fidelidade. Foi ela, a promessa, que abriu as portas do PMDB, desde Brasília, para que Jr adentrasse como um conquistador viking, tilintando uma espada dourada. Iris perdeu para os bilhões e perdeu para Friboi.

Mas é ilusório acreditar que o ocaso de um dos deuses do Olimpo da política de Goiás aconteceu somente por causa de dinheiro. Não foi só isso. Iris também teve culpa, e o desfecho de Senado romano se fez também por seus próprios atos.

O primeiro foi a sua demora em dizer que queria disputar mais uma vez o governo do Estado. Ele demorou demais. Deixou companheiros perdidos e abandonados. Numa das postagens recentes, neste site, foram enumerados os 7 erros capitais que causam a derrota de candidatos ao governo. Pecado número 3: subestimar adversários (http://www.afonsolopes.com/category/eleicoes/).

Iris subestimou Jr. Achava que ele não conseguiria crescer nas pesquisas eleitorais. Acertou nesse ponto porque o adversário continua nesse aspecto um candidato anão. Mas errou ao não avaliar que a disputa era interna, e não externa.

O segundo erro de Iris é histórico: falta de compromisso financeiro em suas campanhas. Segundo algumas confidências de peemedebistas históricos, apenas em 2010 ele enfiou a mão no bolso. Nas demais, as contas foram democraticamente atiradas nas costas dos peemedebistas de todas as matizes políticas e econômico-financeiras. Jr chegou prometendo fazer exatamente o oposto disso. Ao invés de receber, vai se autofinanciar, e bancar quem mais estiver com ele.

Iris Rezende também transgrediu o pecado número 6: se imaginar a última Coca-Cola do deserto. No caso, a última Coca-Cola gelada, pronta para salvar o PMDB da sede de poder que o devora desde 1998. Friboi se mostrou como o dono da fabrica de gelo e da Coca. Tudo junto e misturado.

Por fim, Iris foi derrotado pelo único grupamento interno que ele não conseguiu expelir do PMDB: os maguitistas. Foram anos e anos, desde 1998, suportando a prepotência do domínio irista. Desta vez, os maguitistas venceram. E, pelo jeito, venceram a batalha interna derradeira. Dificilmente, Iris terá tempo suficiente para se recuperar e se preparar para dar o troco. Foi o último round, e por nocaute. Maguito Vilela talvez tenha se submetido ao último ato de submissão política a Iris Rezende quando teve que estar ao lado do velho líder quando, há 3 semanas, ele lançou-se candidato. ¨O senhor apoia a candidatura de Iris?¨, perguntaram os repórteres surpresos. ¨Você tem alguma dúvida?¨, respondeu sem responder Maguito Vilela. Não, nenhuma dúvida.

Ideal de Iris é montar chapa semelhante à de 2010

Conexões: Jornal Opção
Iristas têm uma meta: fazer uma composição com Júnior Friboi pacificado na vice e o PT de Gomide atraído para o Senado

Iris Rezende acredita que agora poderá montar uma chapa que consiga alcançar os votos que faltaram em 2010 / Fotos: Fernando Leite - Jornal Opção

Qualquer irista sabe de cor e salteado recitar o mantra da chapa ideal do PMDB para as eleições deste ano. É o próprio Iris Rezende na cabeça da chapa, Júnior Friboi como candidato a vice-governador e o ex-prefeito anapolino Antônio Gomide na disputa pelo Senado. Alguma semelhança com 2010? Total, pelo menos no esqueleto da composição.

Júnior Friboi seria o vice ideal na chapa irista

Júnior Friboi seria o vice ideal na chapa irista

Na eleição passada, Iris encabeçou a chapa ao governo, teve um can­didato a vice do PMDB, Marcelo Melo, e um petista na luta pelo Se­nado, Pedro Wilson — o outro foi Adib Elias. Era uma chapa extremamente competitiva, sem dúvida, mas não foi suficiente para derrotar Marconi Perillo e seu grupamento. É igualzinho o que se propõe agora: Iris na cabeça, um vice do PMDB e um senador do PT.

Em 2010, quase deu certo. Fal­tou pouco, essa que é a verdade. Pro­vavelmente, foi a eleição mais difícil enfrentada por Marconi Perillo. Até mais que em 1998, quando surpreendeu geral e derrotou o até então mito imbatível Iris Rezende e o PMDB. Em 98, Mar­co­ni era franco atirador, e fez uma campanha bem estruturada, mas empurrada muito mais por seu próprio ânimo amalucado de que, aos 30 e poucos anos, com apenas duas eleições para deputado – estadual e federal – poderia derrotar um deus do Olimpo da mitologia política de Goiás. O curso normal da história in­dicava que Iris seria eleito em 98 com absoluta tranquilidade. Então, aquela eleição, para Marconi, foi um mérito pessoal absoluto, que jamais poderá ser suplantado, mas perante a história tornou-se um marco de algo inusitado do qual ele foi protagonista. Não mais do que isso, embora com outros desdobramentos.

Antônio Gomide, do PT, seria o candiato ao Senado

Antônio Gomide, do PT, seria o candiato ao Senado

Em 2002, na sua reeleição, Mar­coni conseguiu se superar em um ano. Em outubro de 2001, ele estava praticamente 17% atrás de outro gran­de rival peemedebista, o então ex-governador Maguito Vilela, que tinha tudo para ser reeleito em 1998, mas que não pôde ser candidato à reeleição. Marconi ganhou com 51,2% dos votos válidos, já no primeiro turno.

Em 2010, Goiás viveu um clima de copa do mundo eleitoral. E a decisão final entre Iris e Marconi foi sensacional. Cada dia de campanha no segundo turno era como um estádio lamentando o gol perdido pelo artilheiro ou comemorando defesa milagrosa do goleiro.

Iris poderia, sim, ter vencido em 2010. No papel, era a estrutura absolutamente impecável. Tinha o declarado apoio de dois governos: do dele próprio, nas mãos do prefeito-herdeiro de seu mandato como prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, e de Luiz Inácio Lula da Silva e sua candidata à sucessão presidencial, Dilma Roussef. De quebra, o Palácio das Esmeraldas, conquistado pelos adversários liderados por Marconi em 98, reconfirmado em 2002 e mantido em 2006 com Alcides Rodrigues, havia se transformado em chicote a açoitar o lombo eleitoral e político de Marconi ao longo de pelo menos três anos e meio. Ou seja, Marconi estava completamente desprovido de poder palaciano para enfrentar máquinas poderosas.

Mas, como se sabe, faltaram alguns poucos pontos porcentuais de votos para Iris Rezende em 2010. Pra ser exato, se Iris tivesse conquistado no segundo turno mais 3% dos votos válidos, algo como 87 mil e 500 eleitores, que optaram por Marconi, teria sido ele, Iris, o vencedor. Diante de um universo de quase 3 milhões de votos válidos daquela eleição, foi por pouco.

Passou raspando em 2010, mas consolidou de vez a liderança de Marconi em relação ao que ele é e representa dentro desse eixo vencedor desde 1998. Naquela primeira vitória, foi quase um acaso do destino. Em 2002, ele tinha a máquina nas mãos. Em 2006, ele carregou seu antigo vice com sua imensa popularidade. Em 2010, ele, Marconi, escreveu sua história na rocha da memória eleitoral do Estado. E agora?

Os iristas querem uma revanche nos mesmos moldes de 2010, pelo menos quanto ao seu próprio time, com Iris, um peemedebista na vice e um petista para o Senado. Imaginam que, desde 2011, Marconi não é mais tão imbatível como foi antes. Aqueles 88 mil eleitores não conquistados em 2010 e que custaram a derrota no segundo turno continuam atravessados na garganta dos iristas. Essa chapa, então, a idealizada pelos iristas – e pelo próprio Iris, é claro – seria o sonho de consumo dos deuses eleitorais.

Tudo isso é verdade? Claro que é, mas nem tudo é visto dessa forma, por esse prisma irista. Júnior Friboi, por exemplo, um conquistador do capitalismo de Estado — seu grupo empresarial é o maior do mundo no ramo de carnes, mas também é o que mais recebeu dinheiro estatal para crescer —, quer que seja ele o conquistador dos tais 88 mil votos. Friboi se imagina o viking mo­der­no que irá barbarizar eleitoralmente as terras do sul depois de con­quistar economicamente o gado e as galinhas de corte das A­méricas. E Antônio Gomide já pa­rece ter sido completamente dominado pelos sonhos azulados provocados pela mosca da eleição.

E assim se resume o grande dramalhão vivido pelas oposições a Marconi Perillo nesta fase de predefinição. Vão enfrentar um governador que, principalmente após 2010, conhece totalmente as suas próprias forças e suas limitações. Um político que sabe mapear com rara competência o quadro eleitoral e que consegue crescer com adversidades ou não. E os que lhe fazem oposição ainda se vestem de Dom Quixote de La Mancha, e imaginam que o cavaleiro a ser enfrentado é um estático moinho de vento carcomido pelo tempo de poder.

Ganhadora do iPad Mini é de Goiânia

Captura de Tela 2014-04-25 às 18.47.47Natália Ferreira Gomes, de Goiânia, ganhou o iPad Mini oferecido aos leitores este mês. O sorteio foi realizado agora à tarde, 25, no escritório sede de Rafael Dias, webmaster, com as presenças de Afonso Lopes e Ivan Campos, gerente de Mídia da A2A Notícias, editora do site afonsolopes.com. A vencedora foi comunicada via celular e se declarou surpresa e feliz. ¨Eu estava louca de vontade de ganhar. Nem estou acreditando¨, disse ela.

Ivan Campos garante que a A2A Notícias vai manter a política de sorteios de brindes no site afonsolopes.com. ¨O rádio faz isso há muitos e muitos anos. Além de trabalhar o melhor conteúdo para seus ouvintes, oferece brindes para quem se inscreve. Vamos fazer isso aqui também, no nosso site¨, detalhou Ivan. Ele não quis adiantar qual será o sonho de consumo que vai entrar na promoção de maio, mas garantiu que ¨quase todo mundo vai querer ganhar¨. A campanha deverá entrar no ar provavelmente na próxima semana. ¨Quer conteúdo de qualidade? Nós temos. Quer ganhar prêmios legais? Temos também. Essa é a nossa proposta com o site afonsolopes.com¨, finalizou.

Natália Ferreira Gomes deve receber seu iPad Mini na segunda-feira. O evento será registrado e publicado aqui.