Menut, um legítimo priorato que faz questão de agradar

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Em tempos de crise econômica, a vida dos apreciadores de vinhos não é nada fácil. O dólar, que rege a cotação das garrafas importadas, bateu em 4 reais e agora está em pouco mais de 3 reais, mas os preços nas prateleiras das lojas especializadas e supermercados ainda reflete o péssimo comportamento da moeda.

O resultado é o que se vê por aí: rótulos que antes da crise custavam 70 reais, hoje não são encontrados por menos de 100 reais. E olha que algumas dessas garrafas não valem 30. O que dizer então de vinhos oriundos de regiões extremamente prestigiadas…

Por 120 reais (Grand Cru, jardim Goiás): um legítimo Priorat

Por 120 reais (Grand Cru, jardim Goiás): um legítimo Priorat

Quem está iniciando no mundo da bebida dos deuses certamente já ouviu falar do Priorato, região espanhola famosa pelos seus tintos muito bem elaborados e… caros. Coisa pra lá de 200 mangotes. Isso os mais baratos.

Um priorat – como se diz no idioma local – não é pra qualquer bolso. Ou é? Bem, talvez seja possível curtir um legítimo priorato sem ter que entrar no cheque especial ou estourar o cartão de crédito.

A importadora Grand Cru, a maior do país, se instalou em Goiânia – Jardim Goiás. Lá, é possível encontrar um legítimo vinho de entrada no mundo dos priorato por incríveis 120 reais. E não pense que é um vinho mediano. Embora de entrada, o caçulinha da casa Mas Martinet, famosa pela qualidade de seus vinhos, e não faz feio. O Menut é um vinho que faz questão de agradar geral, mesmo aqueles que tem anos e anos de estrada no mundo de baco.

Aliás, por falar em Grand Cru, a loja de Goiânia tem no catálogo todos os vinhos da matriz. A garrafa que não se encontra na loja pode ser encomendada e em menos de uma semana passa para a adega do apreciador. Os preços são rigorosamente idênticos ao da matriz.