Novos governantes (e velhos) estão queimando capital político rapidamente. População vai apresentar a fatura

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A voz das ruas atualmente é bem mais impaciente do que era antes. Tinha-se como regra social não escrita que todo novo governante recebia de imediato um salvo conduto de pelo menos 6 meses. Hoje em dia, em todos os níveis, esse prazo é muitíssimo mais curto, isso quando ainda existe.

manifestação popular

Os novos governantes em todo o país, e em todas as esferas, estão na mira da opinião pública de maneira geral. E só há uma fórmula eficaz para desarmar os espíritos sociais da crítica imediata: apresentar rumos que levem à solução dos problemas.

Em Brasília, o ministro Sérgio Moro, embora seja um dos poucos “não políticos” do Ministério de Jair Bolsonaro,  começa a discutir hoje com os governadores dos Estados e secretários de segurança, um pacote de combate à criminalidade comum e à corrupção.

É exatamente esse tipo de ação que se quer dos governantes: rumos para se resolver os problemas. Repetir que falta dinheiro e etc e tal não alivia a barra dos governantes. Até porque essa penúria de recursos nas áreas que deveriam ser prioritárias é de farto conhecimento público, tanto que a população, mais do que nunca, votou majoritariamente atrás de mudanças.

faturas não pagas

Os velhos governantes, no caso prefeitos que completaram em dezembro 2 anos de mandato, igualmente precisam dar respostas. Nem que sejam elas unicamente nas áreas essenciais, como saúde, educação básica, além da manutenção essencial – como é o caso do pavimento das ruas e avenidas, limpeza e recolhimento de lixo e iluminação. Todo o leite que havia para ser chorado já foi. Chegou a hora de resultados práticos.

As ruas se enchem fácil e rapidamente. Esvaziá-las depois é sempre muito mais “caro”.