O que melhora a renda e diminui a desigualdade é educação básica

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Os governos de Lula e Dilma sempre proclamaram aos quatro ventos que os pobres no Brasil saíram da pobreza e a desigualdade social no país, uma das mais severas do mundo, diminuiu. Seria bom se fosse verdade, mas não aconteceu isso. A migração social que se viu no Brasil foi a mesma que se verificou em todos os demais países semelhantes economicamente.

A distribuição de bolsas para empresários e famílias pobres melhoram bem a vida dos mais ricos, mas não impactaram realmente a vida dos mais pobres.

Que futuro é reservado para essas crianças?

Que futuro é reservado para essas crianças?

Os governos de Lula e Dilma também aprontaram um auê pererê porque teriam promovido um aumento significativo no salário mínimo. Esse milagre não aconteceu. O muito pouco que se avançou deveu-se em sua maior parte com a explosão dos preços das commodities, que aumentaram na mesma proporção a geração de riqueza como um todo. Ou seja, o bolo cresceu tanto que sobraram mais migalhas para os que não podem se sentar à mesa.

Mas por que todos os governantes se esforçam para melhorar a vida dos pobres e fracassam? Porque só existe um caminho para se fazer isso, e de quebra resolver inúmeros outros graves problemas sociais: educação básica.

Nenhuma bolsa resolve isso. O provoca mudança é educação básica

Nenhuma bolsa resolve isso. O provoca mudança é educação básica

Para se entender isso de maneira simples e direta: você, leitor, se lembra de ter visto alguma vez na vida classificado de emprego oferecendo salários de 5 mil reais ou mais do que isso para analfabetos? Você, leitor, conhece alguém que mal sabe escrever o próprio nome e que tenha um emprego de alto rendimento? Pode até se que exista um ou outro caso, mas a esmagadora maioria dos salários de quem não recebeu educação básica adequada é o padrão mínimo.

Para mudar o curso de sua história, só há um caminho para o Brasil: investir tudo o que puder, e mais um pouco, na educação básica. Nem o ensino universitário é prioridade. Antes disso, o país precisa formar alunos qualificados desde o 1º ano de escola. Não é a universidade que diminui a desigualdade social. É a escola do bairro que pode fazer isso.