Qual é o seu preconceito?

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Afinal, de  quantas raças é composta a humanidade? Nessa linha de separação por etnias, qual seria a raça dos asiáticos? Amarelos? Não sei, me parece um viés entorpecido. Não há, ao meu ver, cabimento nessa versão de definir raças dentro do universo humano por cores. Raça branca, raça negra, amarela, vermelha e por aí vai. E afinal, como se enquadraria um povo como os esquimós? Em minha modesta concepção, a raça, a nossa raça, é uma só. O gênero humano, e suas muitas cores de pele e comportamentos. Homens e mulheres feitos sob idêntica matriz genética.

Mas há preconceito entre as cores. Por mais incrível e estúpido que isso seja. Em algumas nações mais. Em outras, menos, mas em quase todas há alguma forma de preconceito de cor, de origem geográfica e até posição social na grande pirâmide em que todos nós estamos inseridos. E não somente contra os mais pobres, mas também em relação aos ricos.

ovos preconceito

No Brasil, país mutifacetado pela miscigenação originada nos colonizadores portugueses – que se casavam com pretas e índias, além de brancas – há uma porção de preconceitos, e não apenas relativo às cores. O social, por exemplo, é fortíssimo. Em menor escala, até preconceito religioso existe por aqui.

Como combater esses preconceitos todos? Talvez seja, a exemplo do que ocorre no planeta todo, acabar completamente com qualquer forma de preconceito. Mas uma coisa se sabe: quanto mais conhecimento, quanto maior o grau de escolaridade – e aqui se fala de educação básica de qualidade – menos preconceitos.

Discursos não vão mudar esse quadro lamentável da sociedade brasileira. A escola, sim, pode torná-lo menos feio, menos danoso e, assim, mais humano.